O vídeo (Cor)po apresenta-se como uma investigação da relação entre corpo e cor, explorando os extremos sensoriais associados à temperatura cromática. A obra busca traduzir, por meio do movimento, as sensações provocadas pela cor em seus estados opostos: o calor intenso do contato coletivo e o frio da solidão. A performance evidencia como a cor influencia a percepção de conforto e desconforto, provocando reflexões sobre a experiência sensorial e emocional do espectador.
Retratos vivos é uma obra coletiva composta por oito composições audiovisuais autorais, desenvolvidas por diferentes artistas a partir de suas vivências sobre o feminino na arte. Cada vídeo parte da relação íntima entre corpo, imagem e vivências, explorando o autorretrato como ferramenta de expressão identitária. A presença do corpo em vídeo atua como meio sensível de construção de narrativas subjetivas e simbólicas.

